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O que mais perguntaram nas sessões de Lançamento do Livro #opoderdesaber

15/05/2018

 

 

Como alguns de vocês sabem terminei este fim de semana uma serie de quatro sessões de lançamento do livro O Poder de Saber.

Foi uma experiência ótima. Foi bom ver a curiosidade e interesse que as pessoas revelam por este tema de Coaching e Astrologia Chinesa.

 

Muitas perguntas forma chegando até mim, e aqui neste artigo partilho as que se 
evidenciaram. Uma palavra para todos... GRATIDÃO!

 

Existe o Destino? A vida é uma sentença?

 

Nascemos num certo caminho, podemos chamar-lhe destino, no entanto destino não é sentença. Destino é um mapa de estradas que nos é concedido. Somos nós que escolhemos a estrada, somos nós que tomamos as decisões. Os Pilares do Destino (na carta BaZi) são equivalentes à qualidade das estradas que vamos ter nesse mapa. O percurso é criado por nós, utilizamos o nosso destino para criar a nossa sorte. 

 

Quando os pilares do destino são favoráveis a nossa viagem é mais suave, as ruas são fáceis de navegar e chegamos aos objetivos mais facilmente, com maior eficácia e com um grande FOCO.. Quando os pilares do destino são desfavoráveis o nosso caminho é pautado por desafios e obstáculos que condicionam a nossa chegada ao destino. Por esta razão, em metafisica chinesa muitas vezes se fala em Ming (destino) e Yun (sorte ou fortuna) – Ming Yun 命運。

Este é um assunto controverso e delicado. Ao longo dos anos da minha aprendizagem tenho vindo a cimentar a minha definição de destino e sorte.

Há quem pense que os destino e a sorte estão 100% no nosso controle.

Há quem viva em “efeito” e ache que tudo o que acontece é porque o universo é uma conspiração negativa constante. 

Há quem pense que tem o universo nas suas mãos e que tudo está sobre o seu controle, e que se quiserem podem atingir seja o que for na vida... Não será completamente assim.

 

Há um ditado chinês que diz:

 

“O que não te foi destinado, não terás”.

 

O destino traça as fronteiras do que poderão ser os seus limites, o que não significa que deixe de ter controle sobre a sua vida, não significa que através de esforço, persistência, convicção não vá conseguir atingir objetivos. O estudo de Ba Zi e do destino fala-nos do conhecimento que podemos ter sobre o que somos e controlamos e o que está fora do nosso Eu.

 

 

 

Vale a pena fazer um esforço por ter algo se o mapa já está traçado?

 

Todos temos os nossos limites, também não será justo dizer a toda a gente que poderá ser o próximo presidente dos EUA, tal não seria verdade. A vida por vezes não é justa e encarar a realidade nem sempre é fácil, mas a verdade é que não depende tudo de um poderoso mindset. Há forças no universo que interagem e que fazem de nós quem somos. E essas forças não nos fizeram todos iguais. Existe um Bill Gates, O Dalai Lama e um Warren Buffet. O talento deles não está em todos nós. Aceitar é um bom começo. Ver o que há de único há em nós é outro passo. O melhor é parar de pensar no que não temos e olhar para o que temos. Chama-se eficácia de tempo. 

 

Em metafisica chinesa existe um conceito que chamamos de triologia cósmica: céu, homem e terra. Cada uma destas forças cósmicas controla ou é responsável por 33% do que nos acontece. 

Ba Zi é a força cósmica do céu e governa 33% da nossa sorte.

 

 

É verdade que há quem nasça com um pouco mais de sorte?

 

Mas... se existe um mapa, se nem todos chegamos lá, se está traçado e não posso mudar, qual o interesse em saber?

A verdade é que é fantástico conhecer os nossos limites na vida. Saber o que está muito longe de estar ao nosso alcance vai evitar muitas dores de cabeça. Aceitar a realidade ajuda a definir prioridades, ajuda a planear o caminho a seguir. Conhecer a nossa “falta de jeito” vai poupar alguma infelicidade, desapontamento e frustração.

A vida é com certeza mais agradável para si e para mim se n