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"Quero que venha um anjo e me diga o que fazer..."

 

 

 

 

Lembre-se que tudo demora o seu tempo. A paciência e a calma são dons necessários em algumas alturas da nossa vida. Tenha em mente que ninguém lhe exige a perfeição. Ao mesmo tempo não deixe que o medo o impeça de saltar, não deixe que a incerteza o impeça de arriscar, não deixe que o medo de se expor o impeça de brilhar. 

 

Para fazer tudo isto é preciso que perceba que depende de si criar a sua felicidade e é ótimo perceber que, também a felicidade é um processo e ninguém é absolutamente feliz todos os dias. Há decisões a tomar que por vezes são difíceis. Há decisões que precisam de ser tomadas e que não fazemos a mínima ideia de quais são... O processo de decidir pode ser complexo assim como pode ser simples (simples, eu não disse fácil)

 

Muitas vezes isto acontece porque temos uma série de medos... o medo do que vão pensar, o medo de se vai resultar, o medo de não acontecer como quer, o medo de não estar à altura, o medo de não ser suficiente. 

 

Não resulta sempre bem para toda a gente.

 

Os estudos mostram que as pessoas que mais sucesso têm são as pessoas que mais “falham”.

 

Porquê?

 

Porque não desistem e estão sempre a tentar de novo, não perdem muito tempo a analisar o porquê da derrota, mas sim a solução para uma diferente investida. Usam o que não resultou para reformular o passo diferente. Aprendem a educar-se, aprendem a decidir por eles perante o insucesso e perante o sucesso... não esperam que venha um anjo dizer-lhes o que fazer. Quem espera por um anjo espera pela resposta certa, e não existe resposta certa. É difícil existir algo em que o resultado é 100% de acordo com o que quer.  

 

As decisões são baseadas em como nos sentimos agora, são os sentimentos que influenciam muito as nossas decisões e por isso nem sempre nos apetece fazer algumas coisas. Quando tomamos uma decisão há passos que queremos fazer e há passos que precisamos fazer... os passos que precisamos nem sempre são os que apetecem fazer e é aí que a nossa disciplina entra. É aí que nos temos de empurrar em direção ao incerto. Sem esperar que venha a vontade de fazer o que é preciso.

 

Quando somos pequenos os nossos pais dizem-nos para fazer o que não nos apetece fazer..., mas em adultos, é preciso que faça esse trabalho. Que se obrigue a fazer o que tem de fazer para que os seus sonhos se tornem realidade. Aceite o facto de que é preciso que venha de si a vontade de se empurrar, sem esperar que o anjo venha e decida, por si, o que é preciso...

 

 

Fique muito bem,

Bárbara

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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