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Quer ser livre...? Comece por dizer quem é

21/05/2019

 

 

 

Quando não diz o que pensa deixa de ser quem é, deixa de ser responsável pelas suas ações e deixa a sua vida na mão de quem opta por dizer. 

 

Muitas vezes esquecemos-mos de quem somos porque decidimos agradar a outros. Este agradar a outros pode ser legítimo e maravilhoso desde que não passe a barreira do que é abdicar da nossa verdade, da sua verdade.

 

Hoje vou sugerir um exercício :)

 

O que sugiro hoje é que esteja atento às respostas que dá.

Durante o dia sempre que lhe fizerem uma pergunta permita-se refletir por alguns instantes no que vai responder.

 

Este exercício tem duas vertentes ótimas: uma, trabalha a sua impulsividade, duas, fá-lo estar mesmo presente em cada pergunta e principalmente na sua resposta.

 

Quando responder, responda de acordo com o que de facto quer.

Antes de responder pense:

 

Estou a responder para mim e por mim, ou para os outros?

 

Faça este exercício com os seus filhos, o seu marido, amigos ou pais. Não precisa de ser brusco ou brusca nas suas respostas. Deve ser fiel ao que quer e ao que é importante para si no momento tendo sempre presente que tem outro ser humano à sua frente que igualmente quer ser fiel ao que pensa. Dê a sua resposta com o maior amor possível. Sinta que é o seu amor por si que está a falar em primeiro lugar e depois o amor pelos outros.

 

Seja benevolente consigo neste exercício porque quando não estamos habituados a dizer o que nos vai no coração, ao inicio, parece estranho e egoísta... mas não é. O nosso amor por nós é a melhor forma de amar e a melhor forma de estarmos na nossa melhor versão para os outros.

 

O dia em que começamos a falar o que nos acalma o coração e que conseguimos dizer o que é importante para nós é maravilhoso, certo?

 

 

Não se trata só de dizer sim e não. Trata-se de dizer o que sentimos sem medo das consequências que daí podem vir. Trata-se de sentir paz e tranquilidade por dizer o que nos vai na alma sem medo de sermos julgados, ou criticados, avaliados ou reprimidos.

Sentimos um amor tão grande por nós quando podemos dizer o que são as nossas reais vontades...

 

Há uma liberdade enorme em ser quem somos. Quando somos nós, sem filtros, sem espelhos, sem “maquilhagens” sentimos um amor por nós superior.

 

Comece sempre por se perguntar:

 

O que quero com esta resposta?

Como me quero sentir?

Que experiências quero ter?

 

Deixe que o universo se organize, mas tendo em conta o que quer e não o que os outros querem. Se alguém lhe disse, em tempos passados, que se tinha de render e cingir à vontade de outros pense para si que felicidade é que isso lhe traz. Pense até se isso lhe traz alguma felicidade. O melhor que tem para si são as suas emoções e são elas que o guiam. É seu dever controlar e escolher que emoções quer ter. É seu o dever de saber o que quer viver.

 

Isto não significa que seja fácil o processo de pensar em nós primeiro. O nosso ego vai querer sempre o caminho mais fácil que é o de agradar a outros e não entrar em batalhas desnecessárias. Isto porque o nosso ego sabe que, por vezes, dizer a nossa verdade leva a mudanças na nossa vida e o nosso ego não gosta de se sentir inseguro com o desconhecido.

O seu maior desejo deve ser o de ser livre e de estar em paz com esse sentimento.

Um dos seus objetivos deverá ser cortar as amarras de quem o quer prender.

 

Desejo-lhe toda a liberdade que desejar!

 

Fique muito bem,

Bárbara